понедельник, 11 июня 2018 г.

Sistema global de preferências comerciais entre os países em desenvolvimento


Tendências do setor


A capacidade do setor de continuar gerando crescimento, criando empregos e possibilitando o desenvolvimento nacional e a integração regional depende de se reconhecer e se adaptar às principais tendências e problemas de transformação que afetarão o setor a curto, médio e longo prazo.


Esta seção fornece uma visão geral das principais tendências que moldam o futuro do setor:


1. Os turistas de ontem não são de amanhã.


Embora, historicamente, viajar fosse um bem de luxo, a redução das barreiras de viagem e a queda dos custos colocaram a viagem ao alcance de milhões. Esses fatores, combinados com o crescimento da renda disponível, a ascensão da classe média em muitos mercados emergentes e a mudança de atitudes das pessoas em relação às viagens, permitiram que o setor prosperasse. Embora as viagens ainda não sejam acessíveis a todos, mais pessoas do que nunca viajam hoje - com 1,24 bilhão de chegadas internacionais em 2016, em comparação com 25 milhões nos anos 50.


Nas décadas anteriores, a América do Norte e a Europa dominaram os mercados de viagens, mas isso pode não ser o caso por muito mais tempo. Até 2030, a maior parte do crescimento das viagens internacionais virá da África, Ásia e Oriente Médio, o que permitirá mais crescimento e oportunidades de emprego nessas regiões (veja a Figura 12). Enquanto os mercados na Europa e nas Américas continuarão crescendo, a taxa é incomparável a outras regiões.


Os mercados emergentes não apenas se tornarão mercados de fontes maiores, mas também se tornarão destinos mais atraentes. Entre 2016 e 2026, os 10 destinos que mais crescem para viagens de lazer deverão ser a Índia, seguidos por Angola, Uganda, Brunei, Tailândia, China, Mianmar, Omã, Moçambique e Vietnã. 13


A classe média global está prevista para crescer em mais três bilhões de pessoas entre 2011 e 2031, a maioria dos quais virá de mercados emergentes, com a China e a Índia liderando o caminho. 14 Esse recém-adquirido poder de compra dará à classe média maior acesso para viajar. Enquanto a viagem já está crescendo na China, estima-se que, no momento, apenas 5% dos cidadãos chineses têm passaporte. Tendências semelhantes são aparentes em outros mercados emergentes. O que está claro é que novos consumidores, como os millennials, bem como os baby boomers mais velhos, não são apenas exigentes, mas procuram experiências, ainda que muito distintas.


Estudos mostram que os millennials são mais conhecedores de tecnologia e conectados do que qualquer geração anterior e estão mudando a forma como as viagens são consumidas. Na verdade, a geração do milênio pode pegar vôos de baixo custo e fazer atividades e restaurantes. Os viajantes de hoje muitas vezes procuram experiências, seja uma autêntica experiência local, uma aventura ou mesmo a oportunidade de fazer a diferença no destino. Nos próximos cinco a 10 anos, esse grupo se tornará a principal base de clientes do setor. Os gastos da geração do milênio com voos de negócios devem representar 50% das viagens globais até 2020 e manter essa participação nos 15 anos subsequentes. 15 Enquanto a geração do milênio está em ascensão, os baby boomers são a geração mais viajada até hoje e têm mais renda disponível para viajar. Criar uma forte proposta de valor para este grupo será fundamental para atraí-los na próxima década. Para mais informações sobre mudanças demográficas, veja “Boomers to the Rescue”.


2. Novos Viajantes, Sistema Antigo.


O viajante do século 21 tem altas expectativas de eficiência e baixa tolerância a barreiras à mobilidade global. Infelizmente, a infra-estrutura e a burocracia que os viajantes precisam navegar são decididamente do século XX. Barreiras à mobilidade e ineficiências são particularmente notáveis ​​na obtenção de vistos e no aeroporto. Esses obstáculos, na maioria das vezes, não estão nos tornando mais seguros, mas estão impedindo o crescimento, a criação de empregos e a tolerância entre as culturas.


Em 2015, os destinos turísticos em todo o mundo exigiram que 61% da população mundial obtivesse um visto antes da partida. 16 Essa é uma melhoria significativa em relação a 2008, quando 77% da população mundial foi solicitada a solicitar um visto tradicional.


As barreiras de viagens operam como qualquer outra barreira comercial, impedindo o crescimento e reduzindo a criação de empregos. A remoção de vistos de viagem no nível bilateral iria mais do que triplicar o fluxo de viagens entre os países. 17 Várias soluções, desde acordos bilaterais até acordos regionais, foram implementadas para apoiar a redução de barreiras de viagens e permitir o crescimento econômico e a criação de empregos. Estes incluem o acordo de Schengen, o programa de acesso global dos EUA e até mesmo o cartão de viagem de negócios da APEC. Diferentes acordos regionais também estão em processo de negociação para a comunidade da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), a Aliança do Pacífico e a idéia de um passaporte africano também foi proposta pela União Africana.


Um modelo abrangente para Smart Travel, que inclui Smart Visas, Smart Borders, Smart Security e Smart Infrastructure, revolucionará o setor de viagens e turismo da mesma maneira que o smartphone transformou as indústrias de telecomunicações e mídia, trazendo crescimento e criação de empregos .


Para alcançar uma abordagem Smart Travel, a indústria de viagens deve cada vez mais depender da tecnologia e da digitalização para criar uma experiência segura e perfeita para os passageiros. 18 Efetivamente, as inovações ao longo da última década levaram a um aumento significativo da tecnologia automatizada para facilitar as viagens e torná-las mais seguras. Com a tecnologia disponível, os passageiros hoje podem reservar seus voos e efetuar o check-in online, ter seus cartões de embarque em seus smartphones, passar por portões automatizados e até mesmo validar seus cartões de embarque eletronicamente para embarcar em aviões. Tais tecnologias devem ser aplicadas para continuar a melhorar a segurança nas fronteiras e a facilitação de viagens.


O setor privado está assumindo um papel proativo no engajamento com governos nacionais para destacar o caso econômico de facilitação de viagens e os benefícios de segurança da implementação de soluções tecnologicamente habilitadas, enquanto ao mesmo tempo encoraja esforços de colaboração entre todas as partes interessadas públicas e privadas relevantes para alcançar um modelo totalmente integrado para facilitar o Smart Travel. Consulte o capítulo “Disrupting Travel for 2030: Construindo Pontes e Não Paredes” para explorar este problema.


3. Insegurança Geopolítica é o Novo Normal.


A tecnologia tem, e continuará a revolucionar a maneira como vivemos, trabalhamos e nos conectamos uns com os outros, à medida que novas tecnologias obscurecem as linhas entre as esferas física e digital. Ao mesmo tempo, no entanto, nos deparamos com uma complexa paisagem geopolítica marcada por um aumento do terrorismo físico e eletrônico e uma onda de populismo e xenofobia. Juntos, eles têm o potencial de reverter as crescentes liberdades adquiridas em décadas anteriores pelos cidadãos para viajar pelo mundo.


Este novo cenário global tem implicações significativas para o movimento de pessoas através das fronteiras e, especificamente, a indústria de viagens e turismo, que assume a responsabilidade por viagens seguras pelos céus de mais de 8 milhões de pessoas diariamente.


Apesar das viagens aéreas serem um dos modos de transporte mais seguros, com padrões de segurança incrivelmente rigorosos, as medidas que se seguem aos choques de segurança têm sido frequentemente implementadas para acalmar o público, em vez de contribuir para um ambiente mais eficaz e seguro. Aeroportos em todo o mundo enfrentaram níveis adicionais de regulamentos de segurança após o 11/9 que custaram à indústria US $ 7,4 bilhões entre 2001 e 2010. 19 Oportunidades claras para melhorar a segurança de toda a cadeia de valor de viagens existem através de tecnologias de compartilhamento de dados e melhor colaboração entre governos, instituições internacionais e setor privado. Uma pesquisa realizada pelo Google em 2015 mostra que, ao contrário do pensamento tradicional, a maioria dos viajantes aceita que seus dados pessoais serão compartilhados em troca de maior segurança e eficiência.


Para apoiar o esperado crescimento das viagens internacionais nos próximos 14 anos, é necessário repensar fundamentalmente a estrutura de políticas e inovar a forma como as pessoas atravessam as fronteiras internacionais. E enquanto permite que mais pessoas descubram o mundo, é imperativo garantir a segurança das fronteiras nacionais e dos cidadãos. A importância de projetar uma nova estrutura global inclusiva é destacada pelo fato de que os 10 destinos de crescimento mais rápido para gastos com viagens de lazer são todos os mercados emergentes.


O Relatório das Fronteiras Digitais de 2017 do Fórum Econômico Mundial apresenta uma visão para o futuro das viagens, onde a elegibilidade para viajar é baseada no indivíduo e não no sistema legado do país de origem. Nesta era digital, as soluções tecnológicas podem e devem ser criadas e implementadas para mover o sistema global de uma das fronteiras físicas para as digitais. Com efeito, “digital” precisa ser integrado ao longo da jornada, desde a identificação e autenticação digital por meio de biometria até a transferência sem atrito de aeroportos, graças a dispositivos de segurança digitalmente habilitados e a criação de uma interface digital e perfis individuais para aumentar a precisão, eficiência e segurança.


Para passar de programas bilaterais para um global, várias áreas precisam ser abordadas, a saber, a harmonização de inteligência e compartilhamento de dados, a implementação global de padrões comuns estabelecidos pela Organização Internacional de Aviação Civil (OACI) ea mudança para um processo digital seguro. Paralelamente, os países devem expandir seus acordos multilaterais e avançar para um único sistema de solicitação de vistos. Essas mudanças políticas exigem cooperação e colaboração adicionais entre várias agências governamentais, organizações internacionais e viajantes. Além disso, as administrações nacionais devem reconsiderar o papel do viajante no processo e criar uma oportunidade para os viajantes fazerem parte da solução.


O Relatório de Fronteiras Digitais propõe um protótipo que combina e possibilita o compartilhamento de dados e a identidade verificada do cliente por meio de uma plataforma que, por sua vez, cria uma experiência sem esforço conectando sistemas, facilitando a passagem e melhorando a segurança. A proposta do protótipo envolve o desenvolvimento de uma plataforma de dados ou hub virtual para ser preenchida por várias fontes e permitir que os clientes compartilhem dados com outras entidades que exigem as informações. Reunindo todas as partes interessadas necessárias para projetar, concordar, testar e implementar uma nova estrutura e protótipo, o objetivo é que a comunidade global não apenas entenda, mas também testemunhe os benefícios de tal abordagem. Veja "Um intervalo de segurança: é hora de mudar" e "O turismo é uma ferramenta para a tolerância, e precisamos de mais do que isso" para dois especialistas pensarem sobre esse assunto.


4. A Quarta Revolução Industrial está aqui para ficar.


A indústria da aviação, viagens e turismo tem estado na vanguarda da disrupção digital, mudando a maneira como as pessoas viajam. Mas a revolução não acabou. A indústria precisa estar pronta para a nova transformação tecnológica à frente.


A forma como as pessoas experimentam, consomem e compartilham informações mudou drasticamente em décadas anteriores. Mudanças nas expectativas dos clientes, novas tecnologias e tendências do setor estão levando o setor a adaptar seus negócios e modelos operacionais em busca de melhores preferências do cliente e desempenho operacional. 20


A prestação de serviços evoluiu e continuará a evoluir, em grande parte resultante de novas tecnologias, bem como mídias sociais e digitais, à medida que ferramentas móveis e infraestrutura digital se tornam cada vez mais centrais para os negócios. De fato, existem 4,9 bilhões de usuários únicos de celulares (celulares) em todo o mundo e cerca de 2,7 bilhões de pessoas em mídias sociais. 21 Novos participantes, especialmente nativos digitais, incluindo agregadores de viagens on-line (OTAs), estão transformando a cadeia de valor. Ao mesmo tempo, a economia compartilhada está em ascensão; Airbnb relatou mais de um milhão de hosts em 2015.


Para se manter competitivo, o setor deve complementar sua abordagem de alto contato com aplicativos de alta tecnologia. Hoje, os consumidores querem se sentir especiais e esperam personalização do serviço e da experiência. Embora a análise de dados permita que o setor adapte suas ofertas às preferências do viajante, é importante garantir que o aumento da automação não leve a uma desconexão entre as trocas on-line e presencial.


De acordo com nossa pesquisa, 22 na próxima década (2016 a 2025), a digitalização em aviação, viagens e turismo deve gerar até US $ 305 bilhões em valor para a indústria por meio do aumento da rentabilidade, migrar US $ 100 bilhões de valor de players tradicionais para novos concorrentes e gerar benefícios avaliados em US $ 700 bilhões para os clientes e a sociedade em geral, por meio da redução da pegada ambiental, melhoria da proteção e segurança, e economia de custos e tempo para os consumidores. Além disso, a pesquisa prevê um deslocamento líquido de empregos atuais na indústria, parcialmente compensado pela criação de empregos qualificados de próxima geração dentro e fora do ecossistema de viagens.


É essencial abordar as possíveis implicações da digitalização na força de trabalho da indústria, já que a automação inteligente está prevista para mudar a natureza de alguns empregos em viagens e erradicar outros completamente. A indústria espera que novas oportunidades de emprego possam superar a erradicação se as previsões de crescimento da indústria forem cumpridas. As plataformas também podem permitir modelos de força de trabalho “líquidos” e flexíveis, que irão redefinir a relação empregador-empregado e apresentar desafios regulatórios. Será necessário um esforço concertado entre a indústria, o governo, as instituições de ensino e a sociedade civil para mitigar quaisquer impactos negativos. Para mais discussões sobre digitalização e novas tecnologias, veja “A Viagem Perfeita” e “Faça Mais com Menos: O Poder da Inovação & amp; Tecnologia."


5. Empregos, empregos, empregos - mas onde está o talento?


A viagem & amp; O setor de turismo é responsável por um em cada 10 empregos no planeta, 23 e como um dos maiores empregadores do mundo, o setor tem um enorme potencial para a criação de empregos. Em termos de crescimento do emprego, o Travel & amp; A indústria do turismo já supera uma série de outras indústrias, incluindo os setores de educação, serviços financeiros e saúde. 24 As previsões indicam que o crescimento de T & amp; T deverá continuar aumentando na próxima década.


Pesquisas mostram que para cada 30 novos turistas para um destino, um novo emprego é criado. Hoje, a indústria de viagens e turismo tem quase o dobro de mulheres empregadoras que outros setores. A indústria de viagens e turismo oferece oportunidades de emprego para pessoas que entram no mercado de trabalho pela primeira vez ou sem muitas opções em outros setores. Além de criar oportunidades para trabalhadores altamente qualificados, o setor desempenha um papel fundamental na criação de oportunidades para trabalhadores pouco qualificados, minorias, migrantes, jovens, desempregados de longo prazo e mulheres que preferem o trabalho de meio período devido a responsabilidades familiares. . 25


Contabilizando 30% das exportações mundiais de serviços e a maior categoria de exportação em muitos países em desenvolvimento, o setor é um tremendo gerador de empregos. No entanto, a indústria tem dificuldades em atrair os melhores talentos, tanto para cargos técnicos como gerenciais. Explicações diferentes foram fornecidas para isso, incluindo falta de atratividade de carreira e caminhos de progresso, competição de outros setores e oferta inadequada de educação, prática e treinamento. A pesquisa estimou que as lacunas de talentos e as deficiências na indústria poderiam custar à economia global cerca de 14 milhões de empregos e US $ 610 bilhões no PIB, com a China, França, Itália, Federação Russa e Estados Unidos projetados para sofrer a maior perda de PIB entre 2014 e 2024. 26.


Dada a importância do setor globalmente, o custo da inação terá consequências notáveis ​​para a economia mundial, tanto em termos de emprego quanto de PIB. Para enfrentar esses desafios, o setor privado precisa colaborar estreitamente com o setor público para atualizar os programas universitários e de treinamento para garantir que eles acompanhem as necessidades do mercado e os avanços tecnológicos. Veja “Uma geração em jogo” e “Turismo e criação de empregos - Avançando na Agenda de Desenvolvimento de 2030” para ler o que alguns especialistas pensam sobre o poder da indústria para criar oportunidades de emprego,


6. Sustentabilidade é uma obrigação.


Um número crescente de globetrotters e o consequente crescimento da indústria de viagens e turismo têm implicações significativas no tráfego de transporte aéreo de passageiros. Desde a década de 1980, o tráfego aéreo dobrou a cada 15 anos, uma tendência que deve continuar. Quase 4 bilhões de pessoas viajaram de avião em 2016, número que deve chegar a 7,2 bilhões até 2035.


Embora os benefícios econômicos sejam claros, é importante entender as repercussões no meio ambiente e nas comunidades locais. Apesar das dificuldades em medir o impacto líquido do turismo no meio ambiente, o crescimento do número de turistas globais afeta os ambientes locais e as comunidades locais. Isso deve ser mitigado para garantir a sustentabilidade de longo prazo do setor e contribuir para a luta contra as mudanças climáticas.


As áreas que precisam ser abordadas incluem o uso da água, a geração de resíduos, o consumo de energia e a deterioração dos patrimônios naturais e culturais do mundo. A pesquisa sugere que os turistas tendem a consumir cerca de três a quatro vezes mais água por dia do que os residentes permanentes. 27 A indústria fez progressos significativos ao longo da última década na monitorização do impacto da indústria e desenvolveu soluções para contrariar os efeitos ambientais negativos da indústria.


Dadas as metas generalizadas de diminuir as emissões de carbono, a indústria está trabalhando para encontrar soluções para reduzir a dependência do petróleo. Estes incluem a melhoria das operações de aeronaves e aeroportos, bem como o design de aeronaves e o uso de materiais, e considerando fontes alternativas de energia. Embora a implementação de acordos climáticos globais ainda seja um trabalho em andamento, a indústria de viagens e turismo tomou medidas ativas para reduzir seu impacto no meio ambiente e planeja continuar a fazê-lo enquanto implementa melhores ferramentas de medição.


Além de reunir líderes de todo o setor para promover o diálogo sobre essas questões, a indústria da aviação, por meio da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), estabeleceu metas claras para reduzir as emissões de carbono em 50% (dos níveis de 2005) até 2050. Além disso, o Air Transport Action Group, uma coalizão independente de organizações e empresas do setor, visa alcançar uma melhora média de 1,5% na eficiência anual de combustível entre 2009 e 2020, enquanto estabiliza as emissões líquidas da aviação em 2020 por meio de crescimento neutro em carbono. Embora não haja metas comuns para o setor de hospitalidade até o momento, as empresas individuais estão implementando mecanismos de medição para monitorar e reduzir o consumo de energia, resíduos e água. Veja “Voando em direção a um futuro sustentável” para uma visão mais detalhada da sustentabilidade na perspectiva da indústria da aviação.


7. Infraestrutura está se tornando um gargalo.


A indústria de viagens e turismo contribuiu com 10,2% para o PIB global em 2016, um aumento pelo sexto ano consecutivo. No entanto, os investimentos em infra-estrutura pública e privada - desenvolvimento de aeroportos, estoque de vagas de acomodação, rodovias e ferrovias e tecnologias de comunicação - ficaram para trás, levando a gargalos significativos. Essa infraestrutura não é apenas crítica para o desenvolvimento contínuo da indústria de viagens e turismo, mas também fundamental para proporcionar oportunidades de emprego e desenvolvimento regional.


Os turistas querem se mover de forma rápida e perfeita, e escolherão destinos alternativos quando o acesso for difícil. Para os passageiros, os aeroportos são um meio para um fim e não um destino. Portanto, os aeroportos e as fronteiras precisam se tornar mais inteligentes e a infraestrutura de viagens mais enxuta. Dadas as mudanças nas preferências do consumidor e as mudanças nas características de demanda do mercado, os investimentos em viagens e turismo devem continuar a evoluir para garantir que atendam às necessidades do mercado.


Este Relatório enfatiza a importância da infraestrutura para a competitividade de viagens e turismo de uma nação. Como tal, existe a necessidade de diálogo entre os setores público e privado, incluindo companhias aéreas e aeroportos, para garantir uma estratégia de infraestrutura integrada, bem como o alinhamento em questões como investimento, regulação, sustentabilidade, segurança, segurança e corrupção. Veja a "Incrível decolagem da Índia" para obter uma perspectiva sobre a infraestrutura aeroportuária.


8. Vamos aspirar ao marco regulatório do século XXI.


Viagens e turismo são vitais para a economia globalizada. Se a indústria cumprir suas projeções de crescimento anual do emprego de 4% na próxima década, será apenas por causa de contribuições positivas do modo dominante de transporte internacional: a aviação.


No entanto, apesar da importância da aviação internacional para a economia globalizada, a indústria foi, historicamente, segregada das negociações comerciais internacionais mais amplas, permitindo que restrições setoriais antiquadas e protecionistas persistam relativamente despercebidas e sem contestação. Embora a indústria tenha sofrido uma onda de liberalização no que diz respeito ao acesso a mercados, frequência, preços e serviços relacionados que beneficiaram muito os viajantes internacionais nas últimas duas décadas, as restrições ao investimento estrangeiro nas companhias aéreas permanecem praticamente inalteradas em relação ao estrito regime regulatório instalado. meio do século anterior.


Sob a regra da nacionalidade, a maioria das companhias aéreas do mundo está severamente restrita em sua capacidade de vender ações de capital, buscar investidores ou se fundir com outras companhias aéreas. Essas restrições, por sua vez, aumentam o custo de capital para as companhias aéreas e negam a elas eficiências de tamanho e escopo - levando a preços mais altos para os viajantes e menor demanda por serviços de viagens. Ainda assim, nos últimos 70 anos, a indústria da aviação evoluiu de um sistema de transporte nacional para uma complexa rede global, tornando-se um impulsionador do crescimento econômico e do comércio internacional. Isso foi impulsionado pelos avanços tecnológicos, pela globalização e pela liberalização do setor, principalmente nos EUA e na UE, o que levou a acordos de céu aberto.


Quando os acordos de serviços aéreos foram estabelecidos pela primeira vez em 1944, cada estado tinha sua bandeira nacional e direitos de tráfego internacional. No entanto, hoje existem três grandes alianças de companhias aéreas globais e, de acordo com o Ranking Mundial de Empresas Aéreas de 2014, os cinco principais grupos de companhias aéreas representam 28% da participação no mercado global. A localização geográfica também tem sido usada como uma vantagem competitiva na criação de centros globais - como nos Emirados Árabes Unidos - para conectar o Oriente e o Ocidente.


Embora os modelos de negócios, a tecnologia e os mercados tenham evoluído nos últimos 40 anos, a governança dos direitos de tráfego e os modelos de propriedade permaneceram sem supervisão e jurisdição global claras, levando a tensões internacionais. A indústria e a comunidade global precisam garantir que a aviação continue sendo um motor do crescimento econômico. Para tanto, novas rotas internacionais devem seguir uma estrutura de governança global respeitada por todos os atores, sem comprometer as considerações de segurança nacional. "É seu direito de viajar", oferece uma outra visão desses problemas.


Esticando redes globais de produção: O comércio internacional de roupas de segunda mão.


Este documento tem como objetivo estender a abordagem GPN através da investigação de uma rede comercial de segunda mão. Uma das geografias menos estudadas da economia mundial é o comércio internacional em grande escala de roupas usadas, exportadas do Norte Global para a África. Roupas coletadas por instituições de caridade e recicladores comerciais são vendidas no mundo em desenvolvimento. Este artigo examina como as commodities de vestuário de segunda mão são produzidas no Reino Unido, as geografias econômicas internacionais do comércio de roupas usadas e atividades laborais em Moçambique. A inserção societária, de rede e territorial das GPNs é investigada, esclarecendo como existem padrões de comércio coordenados e não integrados. Populações migrantes e de diáspora desempenham papéis-chave na coordenação de atividades entre alguns exportadores e importadores, enquanto em outras redes, instituições de caridade britânicas realizam atividades de coleta e triagem mais lucrativas e são separadas do atacado e varejo africanos. Dentro das redes globais de vestuário de segunda mão, existem diferentes relações de poder entre instituições de caridade, empresas e indivíduos, que lhes permitem extrair mais ou menos valor das coisas de segunda mão. Os papéis social e historicamente incorporados de instituições de caridade e empresas britânicas na coleta, classificação e exportação de roupas de segunda mão são discutidos e a importância da cultura material que envolve essas redes de atividades de caridade e comerciais interconectadas é destacada. A reprodução do valor de troca em roupas usadas através do tempo de trabalho socialmente necessário na seleção de fábricas é examinada. Diferentes estudos de caso são discutidos demonstrando as dificuldades de se estudar as complexas redes de redes com geografias dinâmicas que constituem o comércio de segunda mão. Este artigo amplia a análise GPN para considerar o back-end da economia global e explorar como o lucro é acumulado do comércio de commodities de baixo valor do Norte Global para o Sul Global.


Destaques.


► Expandir a abordagem da rede global de produção para analisar o comércio de segunda mão. ► Invertendo a polaridade Norte / Sul da análise de redes de produção global. ► Uma discussão sobre a reprodução do valor de troca em commodities de segunda mão. ► Mapeamento empírico das geografias do comércio de roupas usadas.


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"Mind the Gap?" Aumento da desigualdade de renda e preferências individuais de política comercial.


Como o aumento da desigualdade de renda afeta as atitudes individuais em relação ao comércio internacional? Embora exista uma infinidade de estudos sobre as interligações entre o comércio internacional e a desigualdade de renda, a literatura existente sobre preferências individuais de política comercial não considerou o papel da desigualdade na formação da opinião pública sobre o comércio internacional. Ao unir essas duas linhas separadas de literatura, este estudo examina se os cidadãos associam as disparidades de renda à liberalização do comércio e, em caso afirmativo, como essa ligação afeta suas atitudes em relação ao comércio internacional. Usando dados de um experimento baseado em pesquisas de base populacional, este estudo identifica duas descobertas principais. Primeiro, os indivíduos estabelecem uma ligação entre as tendências de distribuição de renda distorcida e o comércio internacional. Em segundo lugar, a ligação percebida entre a crescente desigualdade de renda e a liberalização do comércio está desconectada da formação de preferências de política comercial. Essas descobertas sugerem que a associação entre o aumento da desigualdade de renda e a liberalização do comércio não leva automaticamente os cidadãos a endossarem medidas comerciais protecionistas, não por ignorarem os efeitos distributivos do comércio internacional. Em vez disso, os cidadãos não conseguem conectar a desigualdade de renda à política de comércio exterior, porque podem não perceber a desigualdade induzida pelo comércio como injusta.


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COLLEGE OF ARTS & amp; CIÊNCIAS


ESTUDOS INTERNACIONAIS DA ESCOLA DE JACKSON.


CURSOS GLOBAIS E TEMÁTICOS DO JSIS.


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Fornece uma discussão inter-cultural e interdisciplinar de questões românticas e econômicas relacionadas ao casamento, baseando-se em textos seminais nos campos da história, antropologia, crítica literária feminista e estudos culturais.


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Exame das leis estaduais e não-estatais (regras e formas de ordenação comportamental, como o direito consuetudinário, a lei religiosa e as convenções sociais). Concentra-se nas formas como a lei não estatal interage e afeta a lei estadual e é afetada pela lei estadual.


JSIS B 320 Yoga: História, Saúde e Prática (5) I & amp; VLPA C. NOVETZKE.


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JSIS B 321 Segurança Nacional dos Estados Unidos (5) I & amp;


Examina a história das políticas de segurança nacional dos Estados Unidos do século XVIII até o presente, concentrando-se em idéias, relacionamentos e eventos que impactaram os tomadores de decisão que criaram essas políticas.


JSIS B 324 Imigração (5) I & amp; DIV Friedman.


Introduz debates teóricos fundamentais na migração internacional. Examina a integração política, econômica, religiosa e social dos imigrantes nas sociedades de acolhimento e mantém laços com as pátrias. Experiências de imigrantes voluntários e involuntários, de segunda geração, e de incorporação na América e Europa. Projetado em torno de textos interdisciplinares e trabalho de campo em Seattle.


JSIS B 330 - Economia Política Internacional (5) I & amp;


Estabelecimento, manutenção e decadência da ordem econômica internacional pós-1945. Economia política do comércio internacional, relações monetárias, inflação e relações Norte-Sul. Pré-requisito: JSIS 201, que pode ser feito simultaneamente; ECON 201, GEOG 123 ou JSIS 123, podendo qualquer uma delas ser tomada em simultâneo. Instrutores: Hamilton, Ingebritsen, Latsch.


JSIS B 331 Political Economy of Development (5) I&S.


Growth, income distribution, and economic development in less-developed countries today. Policies concerning trade, industrialization, the agricultural sector, human resources, and financing of development. Prerequisite: either ECON 201, GEOG 123 or JSIS 123, any of which may be taken concurrently. Instructors: Latsch, Poznanski.


JSIS B 332 Political Economy of International Trade and Finance (5) I&S Poznanski.


Theoretical and historical analysis to explore the causes and effects of the rise and decline of four major international trade and monetary regimes. Foundations and emerging features of the new international trade and monetary regime and its implications for the world economy.


JSIS B 333 Gender and Globalization: Theory and Process (5) I&S, DIV Ramamurthy.


Theoretical, historical, and empirical analysis of how current processes of globalization are transforming the actual conditions of women's lives, labor, gender ideologies, and politics in complex and contradictory ways. Topics include feminist exploration of colonialism, capitalism, economic restructuring policies, resistance in consumer and environmental movements. Offered: jointly with GWSS 333.


JSIS B 335 Geography of the Developing World (5) I&S.


Characteristics and causes, external and internal, of Third World development and obstacles to that development. Special attention to demographic and agricultural patterns, resource development, industrialization and urbanization, drawing on specific case studies from Asia, Africa, and Latin America. Offered: jointly with GEOG 335.


JSIS B 337 Collective Violence and the State (5) I&S, DIV.


Comparative study of how and why genocides have occurred in modern times. Examines how ethnic, religious, and nationalist conflicts have sometimes led to violent conflict, and how political leaders and governments have mitigated or exacerbated them, sometimes engaging in state sponsored mass killing. Offered: jointly with POL S 337.


JSIS B 338 Biosecurity (5) I&S Lowe.


Examines relations between life and safety as a new focus of study in the human sciences. Pays attention to the reframing of international health, food security, environmental change, migration, etc., in security terms. Focuses on both present practical issues of biosecurity and the concept of "security" em si.


JSIS B 340 The Cold War: Realities, Myths, Legacies (5) I&S.


Provides an interdisciplinary introduction to the Cold War (1947-1991), a global conflict, with political, cultural, and military tensions, between the two post-World War II superpowers: the USA and its "Western" allies, and the USSR and its "Eastern" aliados. Attention given to diplomatic, military, and cultural ramifications. Offered: jointly with HSTCMP 340.


JSIS B 344 Migration in the Global Economy (5) I&S Mitchell.


Analyzes the relationship between human mobility in the late twentieth century and changes in the global economy. Allows students to gain familiarity with scholarly research on international migration from a diversity of approaches and methods. Offered: jointly with GEOG 344.


JSIS B 345 Women and International Economic Development (5) I&S, DIV P. RAMAMURTHY.


Questions how women are affected by economic development in Third World and celebrates redefinitions of what development means. Introduces theoretical perspectives and methods to interrogate gender and development policies. Assesses current processes of globalization and potential for changing gender and economic inequalities. Offered: jointly with ANTH 345/GWSS 345.


JSIS B 346 Disability in Global and Comparative Perspective (5) I&S, DIV.


Examines the meaning, politics, and experience of disability globally and locally in order to understand what is universal and what is particular to the disability experience in a diverse world. Human rights, inclusive development, and social movements approaches addressing the marginalization of disabled persons explored throughout. Offered: jointly with DIS ST 346/LSJ 346.


JSIS B 347 Comparative Geographies of Youth (5) I&S Jeffrey.


Examines how three key global processes - rising levels of formal education, changing health regimes , and environmental transformation - are shaping youth in the US and South Asia. Examines ways young people rework broader structures, paying particular attention to their economic livelihoods, cultural practices, and political engagements. Offered: jointly with GEOG 343; UMA.


JSIS B 350 Environmental Norms in International Politics (5) I&S Ingebritsen.


Surveys development of international environmental consciousness from 1960s to present. Models of "green development"; ways in which norms for resource use have entered global politics. Patterns of state compliance with international environmental agreements, and why states fall short of meeting their international obligations. Offered: jointly with ENVIR 360/SCAND 350.


JSIS B 351 The Global Environment (5) I&S.


Explores the environment in international perspective emphasizing the social implications of living in an economically globalized and environmentally interconnected world. Examines these implications through examples of toxics and the human body, biodiversity conservation, climate change, disease, and environmental problems.


JSIS B 352 Sustainability and Global Business: Leading in a Changing World (5) I&S J. Leinaweaver.


Course explores the relationships between business, sustainability and social responsibility, asking three core questions: Why should business care about sustainability and social responsibility? What can businesses do to help address these problems? How do we re-invent the traditional consumer-based business model of "make things, sell things, buy things"?


JSIS B 355 Cybersecurity and International Studies (5) I&S J. BEYER.


Addresses the major international agreements, organizations, and infrastructures shaping cybersecurity. Covers basic technical terminology and legal frameworks related to cybersecurity.


JSIS B 357 The Geopolitics of Energy (5) I&S.


Provides an Introduction to energy studies focusing on geopolitics. Topics explored include global energy resources, trends, and technologies; energy supply, demand, and consumption; economic issues; the changing role of OPEC; concepts of energy sustainability; energy and climate change.


JSIS B 360 The United States in the World (5) I&S.


Examines the history of the United States' relations with the world over the twentieth century. Combines and overview of broad trends in the projection and contestation of United States power abroad with specific case studies grounded in particular geographic regions of the globe. Offered: Sp.


JSIS B 361 The Geopolitics of Language (5) I&S.


Explores the reality and status of English as a global language, implications for international relations, relationship to globalization, and effects in areas of national identity, modernization, science and technology, and the future of human communication.


JSIS B 365 World Cities (5) I&S Kasaba, Sparke.


Factors that have propelled New York, London, and Tokyo into key positions in the organization of the late twentieth century international system. Asks historical and comparative questions and discusses the reasons behind the diminished position of cities such as Venice, Vienna, and Istanbul in that system.


JSIS B 366 Comparative Law and Legal Cultures (5) I&S G. BARZILAI.


Explores global issues of comparative law, societies, politics, courts, and cultures. Introduces theories and methods of comparing legal settings internationally and understating diverse responses to law. Covers what is comparative law; families of law; history of comparative law; judicial review; legal cultures; rights consciousness; and regulation. Can not be taken for credit if student has already taken LSJ/POL S 367. Offered: jointly with LSJ 366.


JSIS B 370 Privacy (5) I&S S. Pekkanen.


Explores how individuals, corporations, and governments respond to privacy challenges in the digital age. Examines evolution of the idea of privacy using case studies of actual privacy policies, legal cases, and real-world situations. Covers legal, political, and social facets of this fundamental human issue. Offered: jointly with LSJ 370/POL S 370; Sp.


JSIS B 371 Global Crime and Corruption (5) I&S J. Long Iv.


We examine sources & outcomes of illicit behavior within firms, governments, and organizations at local, national, & international levels; investigating the psychological, cultural, political, and economic sources of crime/corruption; and explore these dynamics within businesses, bureaucracies, gangs, mafias, cults, and pirates. Case studies include India, US-Mexico drug trade, piracy, doomsday cults, Sicilian mafias, Nazi drug abuse, & Dark Web. Recommended: RECOMMENDED PREPARATION: POL S 203, 204, OR 270; OR JSIS 123, 200, 201, OR 222; OR EQUIVALENT. Offered: jointly with POL S 371.


JSIS B 375 Geopolitics (5) I&S, DIV Sparke.


An introduction to both political geography and geopolitics, addressing the fundamental links between power and space. Topics covered include: theories of power, space, and modernity; the formation of modern states; international geopolitics in the aftermath of the Cold War; the post-colonial nation-state; and the geopolitics of resistance. Offered: jointly with GEOG 375.


JSIS B 380 Immigration and Cultural Memory in the Pacific Northwest: The Role of Film and Cinema (5) I&S T. LAGOS.


Explores immigration and culture through the development of the film industry in relation to the immigrant flows into Seattle at the turn of the 20th century. The rise of cinema helped immigrants to assimilate into mainstream society. In turn, immigrants turned films into a major American industry.


JSIS B 385 Industry and the State (5) I&S.


Builds on states and markets approach of 200 and 201 through specific examination of effects of industry and industrial structure on political outcomes and roles of state. Emphasis on late-developing and newly developing economies. Prerequisite: JSIS 200; JSIS 201. Instructors: Hamilton, Whiting.


JSIS B 386 Law and Politics of International Trade (5) I&S S. Pekkanen.


Survey of global trade politics in the context of the World trade Organization (WTO), with attention to positive and negative aspects of its governance. Examines the impact of the WTO legal framework on trade relations among developed and developing countries. Covers topics such as dispute settlement, development, safeguards, antidumping, intellectual property, and regionalism.


JSIS B 388 Political Economy of Industrialized Nations (5) I&S.


Theoretical bases of various political economic systems of industrialized nations. Several major issues these political economies currently face; usefulness and limits of economic analyses within broader perspective of political economy. Prerequisite: either ECON 201, GEOG 123 or JSIS 123 any of which may be taken concurrently.


JSIS B 391 Climate Change - An International Perspective: Science, Art, and Activism (5) I&S/VLPA R. PAVIA.


Explores climate change science in the context of geographic, social, and political constraints, considering the role of art, activism, and Arctic indigenous peoples in communicating impacts and mitigation. Students gain knowledge in key atmospheric and ocean science principles along with the role of science in society Offered: jointly with ARCTIC 391; Sp.


JSIS B 393 LGBTI Rights in International Affairs (5) I&S, DIV E. CARLSON-RAINER.


Introduction to LGBTI and human rights issues impact in contemporary international relations.; NGOs and civil society advocacy that leads to foreign policy reform; Difference strategies uses by LGBTI activists in Europe, Scandinavia, and the U. S.; Debates in the UN on global rights; LGBTI rights diplomacy; conditioning international aid according to LGBT rights; Human rights issues in the context of broader global sociopolitical relations.


JSIS B 406 Political Islam and Islamic Fundamentalism (5) I&S Robinson.


Study of resurgence, since mid-1970s, of political Islam and what has come to be called Islamic fundamentalism, especially in the Middle East. Topics include the nature and variety of political Islam today, causes and implications of the current resurgence, and comparison with previous resurgences. Offered: jointly with POL S 432.


JSIS B 407 Political Islam and Contemporary Islamist Movements (5) I&S.


Examines Islamist movements (which seek to reform Muslim society through the capture and the modern state and the establishment of Islamic law) to understand how they impact regional politic and global political Islam. Prerequisite: either HIST 161, NEAR E 211, NEAR E 212, JSIS C 211, JSIS C 212, JSIS B 406/POL S 432, JSIS A 215, or JSIS A 402, any of which may be taken concurrently. Instructors: Robinson Offered: Sp.


JSIS B 416 Putting the World on the Couch: Psychoanalysis and International Studies (5) I&S Porter.


Explores the relation of trauma to memory and cultural production, focusing on historical, literary, and filmic treatments of hysteria and repression, shell shock, and the effects of war, terrorism, and psychic trauma. Uses psychoanalytical theory to analyze the commentary on international issues that lies in texts, films, and other cultural phenomena.


JSIS B 417 Enter the Dragon: Seminar on World Cultures Through the Asian Martial Arts (5) I&S Novetzke.


Examines how the martial arts have preserved religious, cultural, and philosophical aspects of the world areas of their origin, as well as the new cultures and international communities that have adopted and reinvented their practices and philosophies, including India, China, Japan, Korea, Brazil, and Euro-America. Offered: jointly with CHID 417.


JSIS B 419 Comparative Media Systems (5) I&S.


Provides students an understanding of policies that shape national communication processes and systems. Uses comparative analysis to identify both similarities and differences among media structures of nations at different levels of development. Primary emphasis on broadcast media. Offered: jointly with COM 420/POL S 468.


JSIS B 420 Failed States (5) I&S Radnitz.


Critically examines the causes and consequences of state failure. Analyzes theories about the rise of the modern state and the precondition for "successful" states to form and endure, then examines theories and case studies of modern failed state.


JSIS B 422 International Trade and Security (5) I&S.


Examines international trade's potential threat to national security. Covers basic elements and limitations of export controls used to protect national security and international stability. Focuses on export controls to prevent proliferation of weapons of mass destruction, and to limit other governments' ability to develop capabilities that jeopardize regional or international stability.


JSIS B 423 Practicing American Foreign Policy (5) I&S.


Develops familiarity with tools available to promote international objectives of the United States. International case studies selected to illustrate the diverse considerations inherent in the policy process and evaluate the strengths and weaknesses of the national institutions involved. Prerequisite: JSIS 201.


JSIS B 424 The Politics of International Nuclear Security: Weapons, Energy and Environment (5) I&S C. JONES.


Nation state choices and military alliance choices in Eurasia on nuclear weapons arsenals, nuclear energy, arms control treaties plus survey of global and regional Eurasian non-proliferation regimes. Eurasian military-political conflicts; Cold War nuclear arms race; Nuclear Non-Proliferation Treaty; Nuclear Weapons Free Zones. Comparisons of fissile and fossil fuels, climate change, economic development, energy security, and terrorist threats.


JSIS B 425 Crafting and Influencing United States Foreign Policy (5) I&S J. BUTTE-DAHL.


Explores the inner-workings of the United States government and the complexity inherent in United States foreign policy decision-making. Includes an overview of foreign affairs agencies and the interagency process, executive-legislative relations, foreign assistance and the budget process, and the impact of external stakeholders on the policy-making system. Offered: Sp.


JSIS B 426 World Politics (5) I&S.


The nation-state system and its alternatives, world distributions of preferences and power, structure of international authority, historical world societies and their politics. Offered: jointly with POL S 426.


JSIS B 427 Weapons of Mass Destruction: Development, Deployment, and Detection (5) I&S Fuller.


Practical understanding of the development of nuclear, biological, and chemical weapons plus missile delivery systems. Proliferation detection technology and its limitations. Case studies of past and current arms control agreements and non-proliferation programs.


JSIS B 428 The Media and Peace (5) I&S.


Investigates the complex relationships among the media, journalistic practice, and our understanding and pursuit of peace. Offered: jointly with COM 428.


JSIS B 429 Nuclear Nonproliferation and International Safeguards (5) I&S.


Examines the technologies of nuclear energy, the institutions that have been deployed to address the security threats related to peaceful uses of nuclear energy, and the issues and challenges confronting those institutions today.


JSIS B 430 Late Industrialization and Social Change (5) I&S.


Deals with distinct patterns of social change under late industrialization, such as Japan, South Korea, Germany and the Soviet Union. Analyzes the social and institutional implications of economic policies by looking at the interactions between the state, traditions, and economic actors.


JSIS B 431 International Negotiation Simulation (5) I&S.


Research and writing in small groups to prepare policy documents on a current international issue, followed by simulated negotiations with students representing different nations, following instructions from and reporting to national leaders.


JSIS B 433 Environmental Degradation in the Tropics (5) I&S/NW Christie.


Considers theories and controversies of environmental degradation in the tropics, ecological and social case studies of Central American rain forests and Southeast Asian coral reefs, and implications of environmental management techniques. Offered: jointly with ENVIR 433/SMEA 433.


JSIS B 436 Ethnic Politics and Nationalism in Multi-Ethnic Societies (5) I&S.


Provides a broad theoretical base, both descriptive and analytical, for the comparative study of ethnicity and nationalism. Examples drawn from ethnic movements in different societies. Some previous exposure either to introductory courses in political science or to courses in ethnicity in other departments is desirable. Offered: jointly with POL S 436.


JSIS B 437 Global Diasporas (5) I&S Friedman.


Studies the concept, process, and lived practice of diaspora in comparative global perspective. Surveys the theoretical literature. Examines the ramifications of transnational movements for notions of diasporic identities and citizenship; implications of diaspora for economic development and political movements; and the utility of the concept of diaspora as an analytical tool.


JSIS B 440 The Communist Experience Around the World (5) I&S Young.


Communism from its origins in Bolshevik faction of Russian social democracy to the present, treating the development of the ideology, the various communist parties, and the communist states. Offered: jointly with HSTCMP 440.


JSIS B 441 Forced Migrations (5) I&S, DIV Friedman.


Provides an interdisciplinary understanding of the causes, characteristics, and consequences of forced migration experiences across the global system. Explores how international policy makers, humanitarian workers, and scholars have constructed forced migration as a problem for analysis and action, including some of the ethical dilemmas involved.


JSIS B 446 History, Memory, and Justice (5) I&S Giebel.


Focuses on the complex interactions between history and historical representation, remembrance and commemoration, memory and identity, and notions of just8ice and reconciliation. Addresses these issues on methodological, theoretical, and practical grounds, drawing on examples from various genres, periods, and world regions.


JSIS B 455 International Environmental Policy (5) I&S J. BEGUN.


Examines the economics of international environmental policy from both a theoretical and empirical perspective. Focus is on environmental policy in China, the U. S. and Europe and on the challenges combining economic growth and development with environmental stewardship and responsible resource use.


JSIS B 457 Food, Ethnicity, and Identity in Hispanic Culture (5) I&S/VLPA A. RAFTERY.


Explores food, ethnicity, and identity in the Hispanic World, including Sephardic, Muslim, Native American, Basque, and Catalan groups. Taught in English. Prerequisite: Either SPAN 303 or SPAN 316; SPAN 322. Offered: jointly with SPAN 457; Sp.


JSIS B 467 Nations and States in the Modern World (5) I&S.


Development of national consciousness in the "old nations" of Europe before the French Revolution. Replacement by new nationalism, spreading into East Central Europe, Russia, Ibero-America, Asia, and Africa. Offered: jointly with HSTCMP 467.


JSIS B 468 Theatre as a Site of History and Memory (5) VLPA/I&S Sears.


Explores Asian theatre traditions as sites of memory, testimony, and archive using ethnographic and historiographical approaches. Includes service-learning components and collaborative performance projects. Offered: jointly with HSTCMP 468.


JSIS B 469 Law and Rights in Authoritarian Regimes (5) I&S S. WHITING.


Explores role of law and courts and nature of rights in authoritarian regimes. Questions addressed include why authoritarian regimes promote "rule-of-law", who is empowered by law, and the political consequences of "rule-of-law' promotion. Offered: jointly with LSJ 469/POL S 469.


JSIS B 472 Electoral Systems (5) I&S R. Pekkanen.


Explores a fundamental link between citizens and political representation: how electoral systems shape party systems, what kinds of people become candidates, how parties work, representation, and policy. Covers effects and mechanics of the various voting systems. Offered: jointly with POL S 472.


JSIS B 476 Comparative International Political Economy (5) I&S.


Comparative analysis of four major approaches to international political economy: mercantilism, Marxism, liberalism, and evolutionary approach. Focus on international cooperation, social change, and economic institutions. Theoretical analysis of the four paradigms and applications to historic and current issues in international political economy: hegemonic cycle, post-communist transition, and cross-national income inequality.


JSIS B 520 Failed States (5) Radnitz.


Critically examines the causes and consequences of state failure. Analyzes theories about the rise of the modern state and the precondition for "successful" states to form and endure, then examines theories and case studies of modern failed state.


JSIS B 522 International Trade and Security (5)


Examines international trade's potential threat to national security. Covers basic elements and limitations of export controls used to protect national security and international stability. Focuses on export controls to prevent proliferation of weapons of mass destruction, and to limit other governments' ability to develop capabilities that jeopardize regional or international stability.


JSIS B 523 Seminar on Religious and Political Violence (5) Robinson.


Employs ethnographic studies and anthropological theory to examine the relationships between culture and power in the analysis of religious and political violence. Topics include modernity; secularisms and fundamentalisms; ritual, sacrifice, and martyrdom; law, rights, and subject-making. Offered: jointly with ANTH 523.


JSIS B 524 International Law and Arms Control (5)


Surveys the political, legal, and technological history of twentieth century arms control agreements with emphasis on the treaties which ended the Cold War. Examines current issues of law, politics, military strategy, and technology in regard to weapons of mass destruction and related topics in international security.


JSIS B 525 Special Topics in Race, Ethnicity, and Nationalism (5, max. 10)


Topics vary, but focus on the politics of race, ethnicity, and nationalism viewed from a broad, comparative, interdisciplinary perspective. Emphasizes cross-cultural, and the geographical coverage may be regional or global.


JSIS B 526 Political Islam and Islamic Fundamentalism (3/5) Robinson.


Examines political Islam as a modern phenomenon produced at the intersections between localized and globalized political cultures and between political, religious, and social authority. Focuses on anthropological studies to examine how Islamic publics produce moral judgments about political practices. Offered: jointly with ANTH 526.


JSIS B 527 Weapons of Mass Destruction: Development, Deployment, and Detection (5) Fuller.


Practical understanding of the development of nuclear, biological, and chemical weapons plus missile delivery systems. Proliferation detection technology and its limitations. Case studies of past and current arms control agreements and non-proliferation programs.


JSIS B 529 Nuclear Nonproliferation and International Safeguards (5)


Examines the technologies of nuclear energy, the institutions that have been deployed to address the security threats related to peaceful uses of nuclear energy, and the issues and challenges confronting those institutions today.


JSIS B 531 International Negotiation Simulation (5)


Examines international trade's potential threat to national security. Covers basic elements and limitations of export controls used to protect national security and international stability. Focuses on export controls to prevent proliferation of weapons of mass destruction, and to limit other governments' ability to develop capabilities that jeopardize regional or international stability.


JSIS B 536 Analysis, Information, and the Politics Shaping American Foreign Policy (5) Chirot.


Explores competing interests and sources of information in the making of American foreign policy. Examines the origins of the national security state after World War II; decision making during the Cold War and Viet Nam War; the crisis of 9/11; and current strategies for analyzing information and handling foreign policy crises.


JSIS B 537 Global Diasporas (5) Friedman.


Studies the concept, process, and lived practice of diaspora in comparative global perspective. Surveys the theoretical literature. Examines the ramifications of transnational movements for notions of diasporic identities and citizenship; implications of diaspora for economic development and political movements; and the utility of the concept of diaspora as an analytical tool.


JSIS B 541 Forced Migrations (5) Friedman.


Provides an interdisciplinary understanding of the causes, characteristics, and consequences of forced migration experiences across the global system. Explores how international policy makers, humanitarian workers, and scholars have constructed forced migrations as a problem for analysis and actions, including some of the ethical dilemmas involved.


JSIS B 542 Seminar: State and Society (5) Migdal.


Examines the mutually conditioning relationship between states and the societies they seek to govern. Studies states as large, complex organizations and their interactions with society on different levels. Shows that interactions on any level affect the nature of the state on other levels as well. Offered: jointly with POL S 542.


JSIS B 549 International Investment Law and Practice (4/5)


Examines the rise of international investment law and practice, including topics such as Bilateral Investment Treaties (BITs), standards of treatment, investor-state arbitrations, and social and political controversies related to the governance of foreign direct investment (FDI) in developed and developing countries. Offered: jointly with LAW E 549.


JSIS B 553 Environment and Health in the World Trade Organization (5) S. Pekkanen.


Conflicts between global environmental and public health on the one hand and international trade expansion on the other in the World Trade Organization (WTO). Focuses on the state of GAITT/WTO jurisprudence and its interaction with sovereign laws and regulations. Cases include asbestos, reformulated gasoline, beef hormones, shrimp-turtle, and genetically modified organisms.


JSIS B 556 International Human Rights Clinic ([1-12]-, max. 12)


Interdisciplinary clinical training in international human rights. Includes seminar component on legal issues, practice skills, and reflections on human rights projects. Fieldwork on human rights projects tests, develops, and enhances skills training through real-world human rights practice with cross-campus, U. S., and international partnerships. Credit/no-credit only.


JSIS B 557 The Geopolitics of Energy (5)


Introduction to energy studies focusing on geopolitics. Topics include global energy resources, trends, and technologies; energy supply, demand, and consumption; economic issues; the changing role of OPEC; concepts of energy sustainability; energy and climate change.


JSIS B 569 Law and Rights in Authoritative Regimes (5)


Explores role of law and courts and the nature of rights in authoritarian regimes. Questions addressed include why authoritarian regimes promote "rule-of-law", who is empowered by law, and the political consequences of "rule-of-law promotion. Offered: jointly with POL S 569.


JSIS B 572 Electoral Systems (5) R. Pekkanen.


Explores a fundamental link between citizens and political representation: how electoral systems shape party systems, what kinds of people become candidates, how parties work, representation, and policy. Covers effects and mechanics of the various voting systems. Offered: jointly with POL S 572.


JSIS B 575 Advanced Political Geography (5, max. 10) Sparke.


Provides resources for theorizing how politics shapes and is shaped by geographical relationships. Examines how politics are situated in complex material and discursive geographies that are partly reproduced through political negotiations. Examines interrelationships of contemporary capitalism with other complex systems of social and political power relations. Offered: jointly with GEOG 575.


JSIS B 586 Law and Politics of International Trade (5) S. Pekkanen.


Survey of global trade politics in the context of the World Trade Organization (WTO), with attention to positive and negative aspects of its governance. Examines the impact of the WTO legal framework on trade relations among developed and developing countries. Covers topics such as dispute settlement, development, safeguards, antidumping, intellectual property, and regionalism.


União de Cientistas Preocupados.


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Carbon Pricing 101.


What is carbon pricing?


“Carbon pricing” is a market-based strategy for lowering global warming emissions. The aim is to put a price on carbon emissions—an actual monetary value—so that the costs of climate impacts and the opportunities for low-carbon energy options are better reflected in our production and consumption choices. Carbon pricing programs can be implemented through legislative or regulatory action at the local, state or national level.


O número de políticas de precificação de carbono cresce quase anualmente. Click for full-size image.


Source: World Bank State and Trends Report.


The fossil fuels (coal, oil, and natural gas) we use to generate electricity, power our vehicles, and heat our homes all produce carbon dioxide emissions, which are a leading cause of climate change. In most cases, the costs of climate impacts—including public health and damage costs of heatwaves, flooding, heavy downpours, and droughts—are borne by taxpayers and by individuals who are directly affected, but aren’t taken into account in decisions made by producers or consumers of carbon-intensive goods.


Putting a price on carbon helps to incorporate climate risks into the cost of doing business. Emitting carbon becomes more expensive, and consumers and producers seek ways to use technologies and products that generate less of it. The market then operates as an efficient means to cut emissions, fostering a shift to a clean energy economy and driving innovation in low-carbon technologies. Complementary renewable energy and energy efficiency policies are also critical to cost-effectively drive down emissions.


A precificação do carbono é amplamente considerada uma ferramenta poderosa, eficiente e flexível para ajudar a lidar com as mudanças climáticas, e é apoiada por uma série de especialistas, empresas, investidores, formuladores de políticas, grupos da sociedade civil, estados e países. Carbon pricing programs are already in use in many states and countries, including in California, the nine Northeast states that belong to the Regional Greenhouse Gas Initiative, and Europe.


How does carbon pricing work?


There are broadly two ways to put a price on carbon:


Sob um programa de limitar e negociar, as leis ou regulamentos limitariam ou limitariam as emissões de carbono de determinados setores da economia (ou de toda a economia) e emitirão permissões (ou licenças para emitir carbono) para igualar o limite. Por exemplo, se o limite fosse de 10.000 toneladas de carbono, haveria 10.000 permissões de uma tonelada. A declining emissions cap would help reduce emissions over time.


Cap-and-trade and carbon tax pricing programs can both help economies move away from carbon-intensive forms of energy.


Todas as fontes de emissões sujeitas ao limite (por exemplo, usinas de energia ou refinarias) seriam obrigadas a manter permissões iguais às emissões que produzem. Operadores de usinas de energia poderiam adquirir permissões através de um leilão (onde eles pedem as licenças de que precisam) ou alocação (onde recebem um número definido de licenças de graça).


Once these entities have allowances, they would be able to trade or sell allowances freely among themselves or other eligible market participants. Because the allowances are limited and therefore valuable, those subject to the cap will try to cut their emissions as a way to reduce the number of allowances they have to purchase. A interação resultante entre a demanda e a oferta de permissões no mercado determina o preço de uma provisão (também conhecida como o preço do carbono).


Com um imposto sobre o carbono, leis ou regulamentos são promulgados que estabelecem uma taxa por tonelada de emissões de carbono de um setor ou de toda a economia. Owners of emissions sources subject to the tax would be required to pay taxes equivalent to the per-ton fee times their total emissions. Aqueles que podem reduzir as emissões de maneira econômica reduziriam seus pagamentos de impostos. Aqueles sujeitos ao imposto teriam um incentivo para reduzir suas emissões, fazendo a transição para uma energia mais limpa e usando energia de maneira mais eficiente. A rising carbon tax would help ensure a decline in emissions over time.


Hybrid approaches include programs that limit carbon emissions but set bounds on how much the price can vary (to prevent prices from dropping too low or rising too high). Another hybrid approach adjusts the tax to ensure specific emission reduction goals are met. A third hybrid approach could be when a jurisdiction implements a carbon cap-and trade program for some sectors and applies a carbon tax on others. Os programas de precificação de carbono também podem trabalhar de maneira complementar com outras políticas de energia renovável e eficiência energética, como padrões de eletricidade renovável, padrões de eficiência energética e regras de economia de combustível de veículos.


Gasoline taxes, severance taxes for coal mining and natural gas or oil drilling, or policies that incorporate a social cost of carbon are examples of other ways of indirectly factoring a price on carbon into consumer or business decisions.


From an economic perspective, both carbon tax and a cap-and-trade systems function in equivalent ways : one sets a price on emissions which then determines the level of emissions, the other sets the level of emissions, which determines a price for those emissions. The level of the tax or cap and its rate of increase (for a tax) or decline (for a cap) over time drives the degree to which emissions are cut. Projetadas bem, ambas as abordagens podem cumprir o objetivo principal de um programa robusto de precificação de carbono, que é ajudar a reduzir as emissões de maneira econômica, de acordo com as metas de clima e energia. However, there may be important policy or political reasons to prefer one or the other in a particular context, such as voter preferences or limits on regulatory or legislative authority.


Economic benefits.


Both a carbon tax and a cap-and-trade program with auctioned allowances can generate significant revenues. O uso dessas receitas tem implicações importantes para a justiça distribucional e o crescimento econômico. Os usos potenciais das receitas de carbono podem incluir um ou mais dos seguintes:


Offsetting the disproportionate impacts of higher energy prices for low-income households (e. g. through rebates on electricity bills for low and moderate income households) Providing transition assistance to workers and communities that depend on fossil fuels for their livelihoods (e. g. funding for job training and investments in economic diversification) Investing in renewable energy; clean vehicles, fuels, and transit options; and energy efficiency to speed the shift to a clean energy economy and drive down consumer costs Investing in communities that face a disproportionate burden of pollution from fossil fuels Creating an opportunity to cut other taxes such as payroll, sales, or corporate taxes and make up for that through carbon revenues Reducing the deficit Per capita dividends (e. g. annual checks) for all Americans, paid for by dividing some or all of the carbon revenues Investing in climate-resilient infrastructure (e. g. upgraded roads and sea walls) or relocation costs for communities at high risk Contributing to efforts to cut carbon and prepare for climate change in developing countries.


Um programa que devolve todas as receitas diretamente aos contribuintes é chamado de receita neutra. Revenues can be returned in a variety of ways, including through tax cuts or per capita dividends.


Trinta e nove países e 23 jurisdições subnacionais têm alguma forma de precificação de carbono, cobrindo 12% de todas as emissões de gases de efeito estufa.


Fonte da imagem: Banco Mundial.


Entre 2012 e 2014, os consumidores do Nordeste e do Meio-Atlântico economizaram US $ 460 milhões em suas contas de energia por meio de um programa regional de precificação de carbono.


Cerca de 59% da receita de carbono do programa é reinvestida em eficiência energética, resultando em contas de energia mais baixas.


Photo: Aaron May/CC BY-ND (Flickr)


California reinvested $912 million in proceeds from its cap-and-trade program through 2015. Fifty-one percent of these funds were invested in projects that benefited disadvantaged communities .


Photo: Aaron/CC BY-NC-ND (Flickr)


More than 1,000 companies and investors worldwide support carbon pricing. The investors alone represent over $24 trillion in assets .


Foto: Departamento de Estado dos EUA.


Support for carbon pricing comes from both sides of the aisle.


S.547 Credit for Voluntary Reductions Act.


O senador John Chafee (R-RI), a senadora Connie Mack (R-FL) e o senador Joseph Lieberman (I-CT)


RH 2380 Aumentar Salários, Cortar Lei de Carbono.


Rep. Bob Inglis (R-SC), Rep. Jeff Flake (R-AZ) and Rep. Daniel Lipinski (D-IL)


Foto: Tom Legro / CC BY-NY (Flickr)


Photo: News Oresund/CC BY (Flickr)


Science considerations.


A robust carbon cap or tax should put the economy on a trajectory toward the science-based deep cuts in emissions required to limit some of the worst impacts of climate change. Informed by the 2014 Intergovernmental Panel on Climate Change Fifth Assessment Report and the 2015 Paris Agreement reached under the United Nations Framework Convention on Climate Change, the overarching U. S. goal should be to reach net zero carbon emissions (i. e. any remaining emissions must be offset by increased biological or geological sequestration) by mid-century. The country can get on this pathway by setting strong interim emission reduction targets for major carbon-emitting sectors, implementing complementary renewable energy and energy efficiency policies, and through state or regional measures.


Preocupações de capital.


Colocar um preço no carbono tem um efeito em toda a economia, e um bom desenho de políticas requer abordar potenciais implicações de equidade. These equity concerns include: the regressive impact of potential energy price increases on low-income households; o potencial das políticas de precificação de carbono para permitir que algumas usinas ou refinarias movidas a combustíveis fósseis continuem operando e emitindo poluentes do ar e da água em bairros já sobrecarregados pela poluição; and the economic hardship to workers and communities dependent on fossil fuel industries for livelihoods or for their tax base as we transition away from these resources.


Carbon revenues can provide a source of funding for helping to address these concerns, alongside other targeted policies. Por exemplo:


Rebates and energy efficiency measures designed for low income or fixed income households can help ensure they do not pay a disproportionate share of the cost of cutting carbon. Disenfranchised communities are often hit hardest by pollution from the fossil energy sector. That pollution can be limited by pairing a carbon pricing policy with investments in local clean energy and efficiency initiatives, tighter controls of ambient air and water pollutants and toxics, and incentives for retiring coal-fired power plants. Workers and communities affected by the move away from fossil fuels should receive transition assistance through worker training programs, economic diversification initiatives, and funding for retiree benefits that may be adversely affected as fossil companies change their business models.


Carbon pricing in action.


The U. S. sulfur dioxide trading program, established as part of the Acid Rain program, is a pioneering example of using the market to drive down pollution. Os programas de limitação e comércio de carbono já estão trabalhando com sucesso na Califórnia e nos nove estados do Nordeste e Meio Atlântico que participam da Iniciativa Regional de Gases do Efeito Estufa (RGGI). These states also have complementary renewable energy and energy efficiency policies that work together with the carbon price to cut emissions. Many more states are considering carbon trading programs as part of their compliance plans for the Clean Power Plan.


The world’s first carbon cap-and trade program, launched in 2005, is the European Union’s Emissions Trading Scheme (EU-ETS). A província canadense da Colúmbia Britânica implementou um imposto sobre o carbono em 2008. A China também lançou vários programas pilotos de limitação e comércio no nível provincial e pretende lançar um programa comercial nacional nos próximos anos.


Muitas grandes empresas já estão usando um preço interno de carbono para informar suas decisões de negócios. A growing list of companies have also voiced support for a policy to put a price on carbon, including Apple, Google, BP, Royal Dutch Shell, Unilever, and Nestlé. Companies and investors need to reorient their business models toward a low-carbon economy, while supporting the implementation of a robust carbon price.


With growing recognition of the urgent need to address climate change, momentum for adopting carbon pricing programs is likely to increase in the years ahead both in the U. S. and globally.


Precisamos de sua assistência.


fazer a mudança acontecer.


We can reduce global warming emissions and ensure communities have the resources they need to withstand the effects of climate change—but not without you. Seu apoio generoso ajuda a desenvolver soluções baseadas na ciência para um futuro saudável, seguro e sustentável.


De nossos blogs.


E então eles vieram para os cientistas sociais Jacob Carter 21 de fevereiro de 2018 O novo mapa congressional da Pensilvânia é justo, mas revela as compensações fundamentais na escolha institucional Michael Latner 21 de fevereiro de 2018 Os fatos sobre as tarifas solares da Trump - quem se machuca? Quem é ajudado? John Rogers 21 de fevereiro de 2018.


No Twitter.


Tome uma atitude.


Ligue para os membros do Congresso hoje para apoiar um forte padrão federal de gerenciamento de risco de enchente que seja responsável pelos riscos climáticos futuros e priorize os esforços de reconstrução resilientes.


Sobre o FASH455.


Estudo das dimensões econômicas, sociais e políticas do têxtil & amp; setor de vestuário em uma economia global; implicações para a produção, distribuição e consumo de têxteis & amp; produtos de vestuário nos principais mercados mundiais.


LIVROS DE TEXTO E LEITURAS NECESSÁRIOS


• pacote de leitura FASH455.


Após a conclusão do curso, o aluno será capaz de:


Compreender a importância mundial da indústria têxtil e de vestuário (incluindo produção, distribuição, consumo e comércio) das dimensões econômica, política e social; Entender a composição, a reestruturação, as principais tendências de desenvolvimento e o status competitivo dos setores têxteis e de vestuário dos EUA e considerar o complexo doméstico no contexto de uma economia global; Entender o complexo têxtil nas principais regiões do mundo, incluindo seus estágios de desenvolvimento, funções na cadeia global de valor do vestuário e nas principais condições do mercado; Analisar as políticas comerciais exclusivas para têxteis e vestuário e compreender como elas afetam vários segmentos da indústria (incluindo fabricantes, varejistas e consumidores) em vários níveis (incluindo multilateral, regional e bilateral); Aumentar a conscientização sobre as principais questões de vanguarda que o mundo enfrenta hoje e compreender seus potenciais impactos no cenário futuro do setor têxtil e de vestuário;


IMPORTÂNCIA DO ASSUNTO


A indústria têxtil e de confecção é um estudo de livros didáticos muito além de fibras, fios, tecidos e roupas. É a indústria que desencadeou a primeira Revolução Industrial, entre os setores que abraçaram a globalização cedo e ainda desempenha um papel crítico na economia global, com influências econômicas, sociais e políticas transversais no século XXI. Alguns fatos importantes sobre este setor hoje:


Os têxteis e o vestuário continuam a ser uma das indústrias maiores e economicamente mais influentes do mundo no século XXI. Globalmente, o valor de mercado do varejo de têxteis, vestuário e vestuário totalizou US $ 2 bilhões por ano. Nos Estados Unidos, as vendas de vestuário e acessórios contribuíram com US $ 255 bilhões para a economia dos EUA em 2015. A indústria têxtil e de vestuário desempenha um papel crítico único na criação de empregos, promoção do desenvolvimento econômico, melhoria do desenvolvimento humano e redução da pobreza. Globalmente, mais de 120 milhões de pessoas permanecem diretamente empregadas nas indústrias têxtil e de confecção hoje, uma boa proporção das quais são mulheres que vivem em áreas rurais pobres. Particularmente, para a maioria dos países em desenvolvimento, o setor têxtil e de vestuário responde por 60% a 90% do total de suas exportações de mercadorias e fornece uma das pouquíssimas oportunidades para esses países participarem da globalização. A indústria têxtil e de vestuário continua forte presença nos Estados Unidos no século 21, embora a indústria tenha sido criticamente diferente do passado devido à globalização e ao avanço das tecnologias. Ao longo da cadeia de fornecimento, a indústria têxtil e de vestuário dos EUA emprega diretamente mais de 4 milhões de pessoas, que ocupam cargos que vão desde trabalhadores de fábricas têxteis, armazéns, gerentes de compras, atacadistas, associados de varejo, merchandisers, compradores, designers técnicos e profissionais de marketing. só para citar alguns. Segundo a Organização Mundial do Comércio, os Estados Unidos ainda são o quarto maior exportador de têxteis do mundo. As exportações de têxteis e vestuário dos EUA em 2015 totalizaram quase US $ 23,7 bilhões de dólares destinados a mais de 50 países em todo o mundo. Vestuário de marca dos EUA também pode ser encontrado em quase todos os cantos do mercado mundial. A indústria têxtil e de vestuário pode ser o único setor que não a agricultura, tão fortemente regulado pelas políticas comerciais. Devido à sua presença global e aos complicados fatores sociais, econômicos e políticos associados ao setor, a indústria têxtil e de vestuário envolve ativamente em quase todos os debates críticos sobre políticas comerciais bilaterais, regionais e multilaterais atualmente. Este é o caso, não importa a renegociação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA), impondo um trabalho mais estrito & amp; padrões ambientais, lançando iniciativas para abrir novos mercados no exterior, renovando a Lei de Crescimento e Oportunidades para África (AGOA), assistência de ajustamento comercial (TAA) e Sistema de Preferências Generalizadas (SGP) ou restringindo as importações na protecção do sector têxtil nacional.


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2 thoughts on & ldquo; Sobre o FASH455 & rdquo;


Dr. Lu, uma ótima leitura de você e do seu curso. Eu estou na indústria de vestuário há mais de 30 anos, a América Latina é o meu território. Tendo trabalhado como IE em fábricas de costura, tendo vendido máquinas de costura especializadas (e scanners 3D) e nos últimos 15 anos como consultor / conferencista (principalmente com TC2), eu agradeço seu foco. Talvez possamos colaborar?

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